Imprensa livre
Durante abertura de um evento anticorrupção, nesta quarta-feira, em Brasília, com a presença de representantes de vários países, a presidente Dilma Roussef, reiterou sua opinião em defesa da liberdade de expressão e de uma imprensa livre. Afirmando estar ciente de alguns exageros, Dilma foi enfática: “Prefiro os ruídos de uma imprensa livre, ao silêncio das ditaduras”. Algumas lideranças petistas, como José Dirceu, José Genoino e Rui Falcão, que pregam medidas de controle da mídia, não devem ter gostado disso.
Padilha ou Cardozo?
Os ministros da Saúde, Alexandre Padilha, e da Justiça, José Eduardo Cardozo, são os nomes petistas que mais aparecem na mídia como os mais fortes do partido para serem candidatos ao governo de São Paulo, em 2014.
“Bênção” de Lula
Mas, como todos sabem, o petista que almeja ser o candidato e se dar bem na campanha, deve procurar ter a indicação e a “bênção” de Lula para tal cargo. Atualmente, Lula é de longe o mais forte cabo eleitoral do país, e não é de graça a sua fama de eleger nomes desconhecidos – os chamados postes - do partido, como a presidente Dilma Rousseff, em 2010, e neste ano, Fernando Haddad como prefeito da Capital paulista.
Padilha na frente
Sobre a preferência de Lula, Alexandre Padilha já saiu na frente. Aconselhado por Lula, Alexandre Padilha disse que vai transferir seu domicílio eleitoral do Pará para São Paulo. E os próprios tucanos já identificaram em Padilha o petista mais forte como candidato ao governo, não só pelas suas constantes visitas, mas, também pelo investimento pesado na área da saúde em vários municípios paulistas.
Fogo amigo
Temendo o fogo amigo antecipado, Padilha afirma que não será candidato a nada. Em 2006, Lula aconselhou também Ciro Gomes (PSB-CE) a transferir seu Titulo para São Paulo, dando sinais evidentes que ele seria o seu candidato ao governo. Mas, o fogo amigo foi tão forte, que Ciro Gomes não resistiu e desistiu de ser candidato. Uma das mais ferrenhas críticas ao socialista foi Marta Suplicy. O candidato petista foi Aloísio Mercadante.
E o Cardozo?
Por sua vez, José Eduardo Cardozo tem procurado também viabilizar o seu nome. Aproveitando a crise na segurança pública, Cardozo se apressou, não somente em criticar os tucanos, mas, também colocar sua pasta a disposição do governo paulista. Acuado, Alckmin já aceitou.
Contra Alckmin
Pelos lados tucanos, parece não haver divergências. O governador Geraldo Alckmin, com certeza, será o candidato de consenso à reeleição. (Veja estas e outras notícias também no blog: www.renatojogoaberto.blogspot.com).
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