quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Olá amigos

Tirei 15 dias de férias e resolvi fazer uma viagem com a família. Viajamos no último dia 21 para a Flórida e chegamos no sábado, em Orlando, depois de uma escala de 4 horas em Miami. É uma viagem excelente e recomendo a quem tiver condições, independentemente da idade, a realizá-la com a família.

Brasileiros em peso
É impressionante como hoje, realmente, os brasileiros estão viajando, sobretudo, para os Estados Unidos. Sem exagero, parece que de cada dez pessoas com quem você encontra por aqui, sete são brasileiros de todas as regiões. E, claro, os americanos estão adorando isso.

Infraestrutra incomparável
Na próxima semana, pretendo falar especificamente de como os norte americamos, principalmente, os desta região tratam a política voltada para o turismo. Mas, hoje, vou falar apenas sobre um tema, envolvido não somente com o turismo, mas, também com a segurança de todos os cidadãos.


Estradas excelentes 

São as obras viárias, tanto as avenidas nos perímetros urbanos, como as rodovias que cortam a região. São amplas, pavimentação perfeita, as rodovias principais duplicadas e sinalização perfeita, além de acessos facilitados para todas as regiões. Assim, além de, mesmo na hora de pico, a cidade não parar como São Paulo, por exemplo, claro, estou falando de Orlando e não de Nova Iorque, todos trafegam com conforto e segurança. Sem dúvida, que o sistema viário daqui é uma área com a qual, nós brasileiros, temos muito ainda o que aprender. Pois, não adianta apenas pensar em crescer, temos que preparar nossas cidades e campos para comportar, com dignidade, esse crescimento.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

E continuam as enchentes

E as fortes chuvas não estão dando trégua nas regiões Sudeste e Sul.  Enquanto no RJ, o número de mortos já passa de 700, com mais de 14 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas e muitas pessoas ainda desaparecidas, as chuvas continuam castigando cidades de SC, MG e de SP. 

ABC submerso
Nesta terça-feira, uma forte chuva causou alagamentos em diversas vias da capital paulista e em municípios da Grande São Paulo, sobretudo na região do ABC, onde as cidades de Mauá e Santo André ficaram submersas. Em Mauá, mais uma mulher morreu nas enchentes e, agora, são seis mortes na cidade. Muitas pessoas ficaram presas nos veículos e tiveram que ser resgatadas por helicóptero. Cenas de desespero de pessoas que não sabem mais o que fazer para enfrentar tanta água e ruas alagadas. São as famosas tragédias anunciadas.

 Dilma quer rigor
E, segundo informações de assessores do Planalto, a presidente Dilma Roussef vai exigir mais rigor dos responsáveis por administrações estaduais e municipais. Segundo esses assessores de Brasília, Dilma Roussef deseja mudar esse quadro que sempre imperou no país, ou seja, de só se preocupar depois das tragédias das enchentes. Ela vai exigir mais rigor, como também investimento na prevenção. Parabéns à Presidenta, pois, do jeito que está não dá pra continuar. 
  
Mudança na lei 
Inclusive,  o ministério do Meio Ambiente vai propor mudanças no projeto que altera o Código Florestal, em discussão no Congresso. 
De acordo com o texto, a proposta deve contemplar mudanças também em relação às áreas urbanas, para evitar o risco de tragédias como as da semana passada no Rio. O relatório aprovado no ano passado por uma comissão especial da Câmara dos Deputados permite a ocupação de áreas de preservação permanente onde hoje é proibido qualquer tipo de construção. 
  
Punição pros responsáveis 
Conforme informações de Brasília, o Governo e também o Congresso pensam numa forma de alterar a legislação vigente, que pune apenas o órgão administrativo em casos de omissão. Devido a tantas tragédias repetidas, pensa-se agora numa fórmula de poder punir o agente administrativo e não apenas o estado pelos danos causados, caso fique provado que os mesmos foram causados por omissão. Com certeza, se uma lei dessas for aprovada, as obras de prevenção vão ser realizadas e, consequentemente, muitas mortes serão evitadas pelas enchentes anuais. 
  
2012 é logo ali
E, enquanto as chuvas continuam destruindo cidades brasileiras,  muitos políticos estão preocupados com as eleições municipais de  2012. Mas, agora, seria bom que os postulantes ao cargo de prefeito reflitam , pois, se houver mesmo essa mudança na legislação, ninguém mais vai ter como jogar pra Deus a culpa das fortes chuvas. Serão eles, os prefeitos como pessoa física, e não as Prefeituras, que serão responsabilizados por ocupações irregulares, as principais causas de tantas mortes



quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Tragédias anunciadas

Olá amigos! Nosso desejo é que pudéssemos estar aqui neste início de 2011, apenas com notícias boas, falando de investimentos em áreas sociais e de obras de infraestrutura. Mas, infelizmente, iniciamos mais um ano falando de um triste filme que se repete todos os anos: as enchentes e as suas devastadoras consequências, como prejuízos materiais e centenas de pessoas mortas em todo o Brasil.

Omissão e falta...
E, como todos sabem o que ocorre no período de verão no Brasil, com as fortes chuvas aumentando a cada ano, é impossível acreditar que as autoridades, eleitas para administrar nossas cidades, sejam pegas de surpresas, conforme muitos alegam. Portanto, a omissão das autoridades é uma das causas principais de tantas vítimas provocadas pelas fortes chuvas de verão.

...de planejamento

Além da omissão, outro fator que faz aumentar as mortes, é a falta de planejamento e a falta de investimentos em tecnologia e em obras de infraestrutura, como acontece em outros países que enfrentam terremotos e outros tipos de acidentes naturais. Ao longo dos anos, nossas cidades foram crescendo desordenadamente, agredindo o meio ambiente, como as construções irregulares nas encostas e em mananciais.

Gastando errado
Em 2010, por exemplo, o governo Federal gastou 14 vezes mais recursos para socorrer as vítimas do que com a prevenção contra as enchentes. Conforme dados da ONG Contas Abertas, que monitora gastos públicos, o governo usou R$ 167,5 milhões com Prevenção e Preparação para Desastres no ano passado, contra R$ 2,3 bilhões gastos com socorro e reconstrução de áreas e cidades destruídas. 

Festa para 2011 

A contagem regressiva para a chegada de 2011 no Portal d´Oeste, zona Norte de Osasco, foi diferente dos outros anos. Dessa vez, o Ano Novo chegou embalado por muito forró e uma grandiosa queima de fogos, numa festa organizada pelo vereador Cláudio da Locadora. A festa reuniu mais de 2 mil pessoas na Av. Juscelino K. de Oliveira. “É uma emoção poder proporcionar um momento desses para os moradores da zona Norte da cidade”, disse Cláudio. Já entre a comunidade, os comentários eram unânimes: “Nunca alguém fez por nós uma festa semelhante”, afirmaram muitos moradores.