quinta-feira, 26 de julho de 2012


llCalado, mas...
Levado para depor no Tribunal Regional de Justiça de Goiás, na quarta-feira, 25, o contraventor Carlinhos Cachoeira, repetiu o que já havia feito na CPI do Senado, que leva o seu apelido: permaneceu em silêncio por determinação do seu advogado, o ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.

llnem tanto
Mas, com uma diferença. Na justiça, ele reclamou do MTF e fez declaração de amor à sua companheira Andressa Mendonça. Carlinhos há falhas no processo e que “está sofrendo muito, por se sente um leproso jurídico”. E se dirigindo à companheira disse que a amava muito e se casará com ela assim que for solto.
  llNovo, velho e...
Para os candidatos petistas a prefeito e vice-prefeito de Osasco, João Paulo Cunha, e também para o prefeito, Emidio de Souza,  a campanha deste ano pode ser caracterizada pela disputa entre oo novo (João Paulo) e o velho (Celso Giglio-PSDB).

lle desconhecido
Pelo menos é nessa tecla que os petistas têm batido em seus encontros com a militância e também durante os discursos em passeatas e carreatas pela cidade. E, além do “novo e do velho”, para os petistas, entra na disputa deste ano também o “desconhecido”, que seria a candidatura do vereador Osvaldo Verginio (PSD).

llExplicando
E, como o PT já administra a cidade há 8 anos, João Paulo afirma que Giglio representa, logicamente o “velho” na política de Osasco, porque já governou a cidade por duas vezes desde o século passado e a novidade é a administração petista com o Emidio, que começou em 2005”. A respeito do “desconhecido”, João Paulo não diz claramente que é o Verginio e apenas afirma que quem “vai decidir é o povo”.

llClima quente
Ainda sem uma  resposta oficial dos candidatos do PSDB e do PSD sobre o discurso petista, correligionários das duas legendas já começam a se manifestar e a esquentar o clima político na cidade.

llTucanos
Para os tucanos, o discurso petista não tem fundamento, sobretudo, se o eleitor verificar o “atual estado de abandono da cidade”. Além de retrucar, os tucanos fazem alusão “ao desastre” das administrações petistas na Capita,  durante os governo de Luiza Erundina e de Marta Suplicy.  

llPSD
Já para os defensores da candidatura de Osvaldo Verginio, “os petistas estão mentindo ao falar em novidade, uma vez que o único “novo” nesta campanha, só pode ser representado pelo candidato do PSD”.  E, enquanto o clima esquenta nos bastidores, os principais candidatos continuam intensificando a campanha, com passeatas, carreatas e inaugurações de comitês por toda a cidade.

quinta-feira, 19 de julho de 2012


llPSD com PT
As divergências internas no PSD, que acabaram provocando a dissidência em Minas, aconteceram em função do PSD ter abandonado aliança de apoio à candidatura do prefeito Márcio Lacerda (PSB), cujo vice seria do PT. Como o PSB escolheu outro vice, Kassab resolveu ficar com o PT que indicou Patrus Ananias como candidato.

llCaso na Justiça
Nesta segunda-feira, no entanto, a Justiça Eleitoral suspendeu a intervenção da Executiva Nacional e, em caráter liminar, mantém por hora o PSD de Belo Horizonte aliado ao prefeito Marcio Lacerda.

ll2014 em pauta
Essa disputa em Minas já antecipa uma disputa pela Presidência da República, em 2014, quando o senador e ex-governador de Minas, Aécio Neves, aparece como o mais provável candidato tucano e principal adversário do PT.

llKassab e Dilma
Apesar de ter optado pela candidatura tucana de José Serra em São Paulo, com a decisão que tomou em BH, contra o Aécio, Kassab deixou claro que sua opção para 2014 será o PT. Mas, parece que pela reação de seus companheiros, o PSD ainda não fechou questão sobre as eleições presidenciais.

llBlocos na rua
Com os registros oficializados das coligações, as eleições municipais entraramm numa nova fase e já colocaram seus blocos na rua. Desde o final da semana passada, os munícipes já começaram a ver os mais diversos tipos de propagandas de candidatos a prefeitos e a vereadores, como santinhos, cartões, jornais e placas.

llPT de João Paulo
E na cidade de Osasco, quem saiu na frente nesta campanha de rua foi o PT do candidato a prefeito, João Paulo Cunha e do vice, Jorge Lapas, com apoio do prefeito Emidio de Souza. Já na sexta-feira, dia 13, os petistas participaram de uma megacaminhada e nem o frio afastou a militância que caminhou do Largo de Osasco até o Viaduto Metálico, onde os candidatos discursaram.

llPSDB de Giglio
Na segunda-feira, dia 16, foi a vez do PSDB do candidato a prefeito, Celso Giglio e de sua vice, Ana Paula Rossi, dar o pontapé da campanha com a inauguração do comitê central, na Avenida Santo Antonio, próximo à Catedral de Santo Antonio. Mesmo sob forte chuva e frio, os militantes tucanos lotaram o local, onde também ouviram os discursos dos candidatos da legenda.

llPSD de Verginio
Mas, em Osasco, quem também não perdeu tempo neste inicio de campanha nas ruas, foi o PSD de Osvaldo Verginio e do vice Lau Alencar. Com reuniões com a militância e distribuição de materiais, o PSD de Osasco quer mostrar e muitos já afirmam que a “terceira força poderá surpreender e se transformar em segunda força”. Recado direto para petistas e tucanos.  

quinta-feira, 12 de julho de 2012


llPT X PSB
Apesar das afirmações em público das lideranças, afirmando que tudo continua como antes, o fato é que as relações entre PT e PSB continuam piorando a cada dia, nesses meses que antecedem as eleições municipais. 

llCampos X Lula
E os fatos mostram que as principais figuras por trás desse desgaste na aliança socialista/petista, são o ex-presidente Lula e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

llMG, PE E CE
E apesar do aparente acordo em São Paulo, o racha entre PT e PSB ocorre em três grandes capitais: Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, onde os dois partidos saem com candidatura própria e com pesadas críticas de ambos os lados.

llClima pesado
E a prova maior  desse clima de guerra nos bastidores entre petistas e socialistas é o que no Recife, onde o PT já afirma que vai à Justiça para proibir que o PSB use imagens de Lula ou da Dilma na campanha municipal. E como troco, lá o PSB se uniu ao o ex-governador Jarbas Vasconcelos, que mesmo sendo do PMDB, é um dos mais ferrenhos críticos do governo petista.

ll2014 em pauta
Mas, o que se nota nessa briga entre PT e PSB é que a eleição municipal é apenas um pano de fundo. O principal objetivo é a eleição geral de 2014. Parece que está indo por água abaixo, um acordo que havia em torno do nome de Eduardo Campos, que seria vice da Dilma em 2014 e candidato à Presidência em 2018. E, pelo visto, o Lula mudou de ideia e, isto, claro, tem distanciado as duas lideranças.

llOutros envolvidos
Nessa briga por 2014, já não figuram apenas Lula e Eduardo Campos nesse verdadeiro jogo de xadrez, mas, também outras grandes lideranças políticas, como os tucanos Aécio Neves, José Serra e Geraldo Alckmin, e a própria presidente Dilma que, não obstante à sua fidelidade a Lula, vai querer fazer valer a sua condição de mandatária maior do país, para ser a candidata petista.
llPrêmio de FHC
E por falar em liderança política do Brasil, o ex-presidente FHC recebeu nesta terça-feira o prêmio John W.Kluge, concedido a intelectuais da área de Ciências Humanas pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que equivale ao Prêmio Nobel. O vencedor recebe US$ 1 milhão.  FHC é o primeiro latino-americano a receber o prêmio.

llAdeus à Clara
Nesta quinta-feira, Osasco e todos nós, profissionais da imprensa, fomos surpreendidos com a notícia sobre o falecimento da companheira Clara Faria, comandante do jornal A Rua. Neste momento de dor, pedimos a Deus que console os familiares e todos os funcionários do conceituado jornal A Rua. 

quinta-feira, 5 de julho de 2012


Sem rancor 
Durante entrevista coletiva, nesta quinta-feira, quando falou sobre o registro da megacoligação petista, formada por 20 partidos, João Paulo Cunha disse que vai fazer uma campanha de paz, em alto nível e sem rancor. “Mas, também não vamos ficar calados, caso haja calúnias por parte dos adversários. Vamos reagir sempre com a verdade”.

Com 20 partidos 
Dos 21 partidos anunciados em dezembro de 2011, apenas um – o PPS – não permaneceu na megacoligação petista. Em função de acertos da Executiva Estadual com o PSDB, o PPS mudou de mãos em Osasco e vai apoiar o candidato tucano Celso Giglio.

Até o PHS
O próprio PHS, que até nos últimos momentos para oficialização das alianças, ninguém sabia qual o rumo do partido na campanha, resolveu ficar com os petistas. Até o meio-dia de segunda-feira, Tinha Di Ferreira garantia que o PHS iria lançar candidatura própria, mas, de madrugada aceitou a proposta do PT. O PHS fará parte de uma chapa de vereadores com PC do B, PRB e PSB.

294 candidatos
Os 20 partidos da megacoligação petista foram divididos em sete chapas, sendo cada uma com 42 candidatos. No total serão 294 candidatos – 203 homens e 91 mulheres – que estarão buscando votos para João Paulo Cunha e ao mesmo tempo buscando se eleger para uma cadeira no Legislativo.

Giglio e Ana Paula
No último final de semana desfeito também um mistério no ninho tucano: o nome do vice. Durante convenção no sábado, no entanto, o nome da vereadora Ana Paula Rossi foi oficializado como vice na chapa de Celso Giglio. PSDB e PPS realizaram convenções em conjunto em apoio à candidatura tucana.

Chapas puras
Em Osasco, as principais convenções resolveram optar por chapas puro sangue: João Paulo Cunha e Jorge Lapas (PT), Celso Giglio e Ana Paula Rossi (PSDB), e Osvaldo Verginio e Lau Alencar (PSD). E fica pergunta: isso seria uma estratégia pré ou pós eleitoral? E resta saber, agora, se este também será o caminho a ser seguido pelos candidatos Delbio Teruel (PTB), Reinaldo Mota (PMN) e Alexandre Castilho (PSOL). 

Serra e Aloysio
E a convenção do PSDB contou com diversas lideranças tucanas em Osasco. Para apoiar a candidatura Giglio, participaram da festa tucana, o presidente estadual da legenda, o deputado estadual, Pedro Tobias, o ex-governador e candidato a prefeito na Capital, José Serra, e também o senador Aloysio Nunes.

Voto secreto
O Senado aprovou nesta quarta-feira, o fim do voto secreto em processo de cassação de mandato por falta de decoro parlamentar. O projeto segue agora para apreciação da Câmara dos Deputados.