Brasil perde Alencar
Depois de lutar por mais de 13 anos contra o câncer e sofrer 17 cirurgias, morreu na última terça-feira, em São Paulo, o ex-vice-Presidente da República, José Alencar. Seu corpo foi levado para Brasília e, de lá, nesta quinta-feira foi para Belo Horizonte, onde, o corpo foi cremado na cidade de Contagem.
Reconhecimento popular
Desde que foi anunciada a sua morte, o povo brasileiro começou a demonstrar todo o seu carinho que sentia por este mineiro, de Muriaé (MG), de origem simples, e que sempre demonstrou alegria em toda as situações, por mais difíceis que fossem, como a própria doença que enfrentou. Desde São Paulo, Brasília e BH, milhares de brasileiros, entre empresários, políticos e pessoas simples foram levar o seu último adeus a este homem que, sem dúvida, deixa uma lacuna nos meios políticos do país.
Esperança
Com certeza, o maior exemplo que José Alencar deixa para todos nós, brasileiros, é o valor da esperança e da garra de vencer. Ainda adolescente, abriu sua primeira lojinha e, com garra, luta e muito trabalho, montou um verdadeiro império no ramo de tecelagem com o Grupo Coteminas. Mostrou a importância da esperança e do trabalho para quem deseja vencer na vida.
Democracia
Outro exemplo deixado por José Alencar é a confiança que ele sempre teve na Democracia, como o regime político, que mesmo imperfeito muitas vezes, é aquele que dá a todos a oportunidade de ser livre e de poder trabalhar e lutar por aquilo que acredita. Oxalá, que hoje e, a partir de agora, todos aqueles que elogiam José Alencar possam também refletir na crença na Democracia para que cada vez mais, o Brasil possa se distanciar de qualquer tipo de ditadura, seja ela de direita ou de esquerda.
O 100 de Ceni
Como já fiz outras vezes, peço aqui licença aos editores de esportes, para dar uma palhinha também nesta área e falar de outro grande exemplo de homem: o goleiro do SPFC, Rogério Ceni, que no último domingo, em Barueri, chegou à marca histórica do centésimo gol e, justamente, contra o grande rival Corinthians. Sem dúvida, Rogério Ceni é outro exemplo de retidão em sua profissão e persistência no que pretende fazer. Muitos jogadores da linha jogam a vida toda e fazem meia dúzia de gols e, por isso, para um goleiro fazer 100 gols é, verdadeiramente, um feito histórico, como a maioria dos torcedores de todos os times reconhecem. Parabéns, Rogério Ceni!
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