sexta-feira, 24 de agosto de 2012


llDefesa decepcionada
Na quarta-feira, 22, os advogados de defesa dos réus da Ação Penal 470 – o Mensalão – ficaram decepcionados com a linha adotada pelo ministro revisor, Ricardo Lewandowski.

llMesma linha
Apresentando enfoques diferentes, Lewandowski seguiu o relator Joaquim Barbosa e também pediu a condenação do publicitário Marcos Valério e seus dois sócios, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach pelos crimes de corrupção ativa e peculato (desvio de dinheiro público).

llDinheiro público
O ministro revisor pediu também a condenação do ex-diretor de Marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzolato por peculato e corrupção passiva. Pizzolato é acusado de ter recebido mais R$ 320 mil para liberar antecipadamente cerca de R$ 70 milhões para as empresas do grupo de Marcos Valério, através da empresa Visanet. Assim, os ministros Barbosa e Lewandowski afirmam que houve desvio de dinheiro público do Banco do Brasil.

llJoão Paulo
E o voto do revisor sobre o processo contra João Paulo Cunha (PT), candidato a prefeito de Osasco, foi realizado nesta quinta-feira. Com base em depoimentos e provas, Lewandowiski absolveu João Paulo dos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Nesse caso, o placar aponta 1 a 1, faltando os votos dos demais 9 ministros do STF.

llImpeachment
Também nesta quarta-feira, dois advogados de SP entraram no Senado com pedido de impeachment do ministro José Antonio Dias Toffoi, do STF, por ele não ter se declarado impedido de julgar o processo do mensalão. 

llMotivo
Esse pedido mostra mais uma vez, o interesse político que esse julgamento desperta. A representação é assinada pelos advogados Guilherme Abdalla e Ricardo Salles, filiados ao PSDB. Eles argumentam que DiasToffoli, indicado pelo ex-presidente Lula, foi advogado do PT, Advogado Geral da União, além de ter sido também subchefe da Casa Civil durante a gestão do ex-ministro José Dirceu, réu do mensalão.

llIrresponsabilidade
Até quando vamos viver com este caos provocado pelas greves no funcionalismo público Federal? O governo afirma que já esgotou todos os diálogos. Mas, certamente, o governo tem outras armas, como a demissão dos grevistas, para evitar o caos. O que não pode é a população continuar refém de trabalhadores irresponsáveis que param o país.

llRisco de Morte
A população está privada de serviços essenciais em rodovias, portos, aeroportos e nos hospitais públicos. Hoje, a greve dos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), já começa a afetar laboratórios e hospitais. Pacientes de câncer  estão sendo liberados por falta de remédios. Isso é inadmissível. 

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