quinta-feira, 15 de março de 2012

llPSB no muro
Até segunda ordem, o PSB de São Paulo não sabe quem apoiará na Capital: se o candidato petista  Fernando Haddad, conforme deseja Lula e o presidente nacional da Legenda, Eduardo Campos; ou o tucano José Serra, como desejam os diretórios municipal e estadual.

llDecisão de Campos
Para algumas lideranças socialistas, o partido encontra-se numa sinuca de bico, pois, é aliado nacional do governo petista, mas, em São Paulo, faz parte do governo tucano. Contudo, os socialistas garantem que a palavra final é do governador de PE, Eduardo Campos. O Lula, que deixou o hospital, domingo passado, já teria ligado para Campos para falar sobre a aliança em São Paulo. 
llNovos líderes
Após a sua primeira derrota deste ano no Congresso, a presidente Dilma Rousseff resolveu trocar os líderes do Governo, tanto no Senado como na Câmara dos Deputados. A derrota foi no Senado, onde os senadores não aprovaram o nome de Bernardo Figueiredo para a diretoria-geral da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres).

llNo Senado
Para líder do Governo no Senado, Dilma escolheu Eduardo Braga (PMDB-AM), para substituir o eterno líder, Romero Jucá (PMDB-RR), que foi líder nos governos tucano e petista.

llNa Câmara
Já na Câmara dos Deputados, a troca foi entre dois petistas. Sai o deputado Cândido Vacarezza  e entra o seu colega, Arlindo  Chinaglia, ambos de São Paulo.

llPR na oposição
Contudo, o clima continua tenso entre Governo e Congresso. Tanto é que, nesta quarta-feira, depois de discutir com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, o líder do PR no Senado, Blairo Maggi (MT), disse que o partido encerrou as conversações com o Governo e vai para a oposição. O PR está descontente desde que perdeu o Ministério dos Transportes, com a queda de Alfredo Nascimento. O PR tem sete senadores.

llAlerta de Collor
O clima tenso no Senado levou até o ex-presidente, senador Fernando Collor (PTB-AL), a fazer um alerta ao governo. Sem citar a presidente Dilma, Collor disse que o Planalto precisa “ouvir a Casa do lado”, e acrescentou: "Digo isso com a experiência de quem, exercendo a Presidência da República, desconheceu a importância da Câmara e do Senado. O resultado deste afastamento do Legislativo Brasileiro redundou no meu impeachment."

llSem acordo
E a falta de diálogo entre Governo e Congresso, fez também o governo recuar na votação da Lei Geral da Copa, na Câmara dos Deputados. Temendo ser derrotado, o governo resolveu vetar a liberação de bebida durante o Mundial.  (Mais detalhes no Editorial, página 2)

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