quinta-feira, 2 de junho de 2011

Conferência C40
O prefeito de Osasco, Emidio de Souza, foi convidado e participou ontem, na Capital paulista, da 4ª Cúpula Mundial das Grandes Cidades (C40), que se encerra nesta sexta-feira. A conferência, que está sendo realizada pela primeira vez na América do Sul, reúne as experiências mais bem-sucedidas das maiores cidades do mundo em políticas de redução das emissões de gases poluentes do meio ambiente. 

Líderes mundiais
O objetivo da “rede C40 é “incentivar a cooperação internacional entre as grandes cidades para reduzir as emissões de carbono e promover ações entre as instituições privadas e os governos. Neste ano, a reunião conta com a presença do ex-presidente americano Bill Clinton; do presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, e do prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, titular do comitê principal da rede mundial de prefeitos. O comitê integra São Paulo, Nova Delhi, Berlim, Johanesburgo, Londres, Los Angeles, Nova York, Toronto e Tóquio. Na terça-feira, Bloomberg e o prefeito anfitrião, Gilberto Kassab, participaram de um plantio de árvores em massa no Parque do Ibirapuera. 
  

Por que energia nuclear?
Nesta semana, a Alemanha, a quarta maior economia do mundo tomou uma importante decisão sobre investimentos em energia nuclear Conforme decisão da coalizão liderada pela chanceler Angela Merkel, a Alemanha vai desligar todas as suas usinas nucleares até 2022 e planeja reduzir o uso dessa energia em 10% até 2020. Segundo essa decisão, a Alemanha vai desativar oito das 17 usinas nucleares do país imediatamente e as outras seis em 2021. A maioria da população alemã é contra o uso da energia nuclear.

E o Brasil?
Mas, enquanto o mundo inteiro começa a repensar suas políticas sobre energia nuclear, parece que o Brasil anda mais uma vez contra a história mundial. Será que o Brasil que possui tantas alternativas de fontes de energia mais limpa e que não causam risco como a nuclear, precisa mesmo continuar investindo nesse tipo de energia? Com certeza, não.


Palocci – cerco fechando 
Antonio Palocci (Casa Civil), acusado de enriquecimento ilícito. O socorro que o ex-presidente Lula foi prestar ao Palocci, em Brasília, parece que teve efeito contrário. Após a estada de Lula na Capital Federal, surgiram mais denúncias ainda contra Palocci e, agora, não é somente a oposição que pede a cabeça do ministro, mas, também membros do próprio PT e da base governista.
   
Senadora pede saída 
É o caso da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que enfrentou o próprio Lula. Segundo matéria da Folha, a senadora expôs sua opinião sobre o ministro Palocci durante almoço que ofereceu, na semana passada ao ex-presidente Lula. De acordo com pessoas que estavam no almoço Gleisi perguntou ao ex-presidente se era “estratégico” mobilizar o governo e sua base em defesa de um projeto pessoal --em referência à evolução patrimonial de Palocci. A senadora chegou a comparar o momento atual ao escândalo do mensalão.”

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