Tragédias anunciadas
Olá amigos! Nosso desejo é que pudéssemos estar aqui neste início de 2011, apenas com notícias boas, falando de investimentos em áreas sociais e de obras de infraestrutura. Mas, infelizmente, iniciamos mais um ano falando de um triste filme que se repete todos os anos: as enchentes e as suas devastadoras consequências, como prejuízos materiais e centenas de pessoas mortas em todo o Brasil.
Omissão e falta...
E, como todos sabem o que ocorre no período de verão no Brasil, com as fortes chuvas aumentando a cada ano, é impossível acreditar que as autoridades, eleitas para administrar nossas cidades, sejam pegas de surpresas, conforme muitos alegam. Portanto, a omissão das autoridades é uma das causas principais de tantas vítimas provocadas pelas fortes chuvas de verão.
...de planejamento
Além da omissão, outro fator que faz aumentar as mortes, é a falta de planejamento e a falta de investimentos em tecnologia e em obras de infraestrutura, como acontece em outros países que enfrentam terremotos e outros tipos de acidentes naturais. Ao longo dos anos, nossas cidades foram crescendo desordenadamente, agredindo o meio ambiente, como as construções irregulares nas encostas e em mananciais.
Gastando errado
Em 2010, por exemplo, o governo Federal gastou 14 vezes mais recursos para socorrer as vítimas do que com a prevenção contra as enchentes. Conforme dados da ONG Contas Abertas, que monitora gastos públicos, o governo usou R$ 167,5 milhões com Prevenção e Preparação para Desastres no ano passado, contra R$ 2,3 bilhões gastos com socorro e reconstrução de áreas e cidades destruídas.
Festa para 2011
A contagem regressiva para a chegada de 2011 no Portal d´Oeste, zona Norte de Osasco, foi diferente dos outros anos. Dessa vez, o Ano Novo chegou embalado por muito forró e uma grandiosa queima de fogos, numa festa organizada pelo vereador Cláudio da Locadora. A festa reuniu mais de 2 mil pessoas na Av. Juscelino K. de Oliveira. “É uma emoção poder proporcionar um momento desses para os moradores da zona Norte da cidade”, disse Cláudio. Já entre a comunidade, os comentários eram unânimes: “Nunca alguém fez por nós uma festa semelhante”, afirmaram muitos moradores.


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